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Quais são as boas práticas no desenvolvimento com Node?

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Este tutorial tem como objetivo mostrar com exemplos práticos as boas práticas de desenvolvimento com NodeJS.

Algumas boas práticas no desenvolvimento NodeJS incluem:

  1. Utilização de módulos e padrões de arquitetura para modularizar o código.
  2. Gerenciamento de erros de forma clara e objetiva.
  3. Uso de promises ou async/await para lidar com requisições assíncronas.
  4. Utilização de frameworks de testes, como Mocha, Cypress ou Jest, para realizar testes unitários e integração.
  5. Utilização de ferramentas de gerenciamento de pacotes, como npm ou yarn, para gerenciar dependências.
  6. Adoção de uma boa estratégia de versionamento.
  7. Documentação clara e objetiva do código.
  8. Utilização de linting e análise de código estático para garantir a qualidade e padronização do código.

 

Utilização de módulos e padrões de arquitetura para modularizar o código.

A utilização de módulos é uma boa prática no desenvolvimento NodeJS pois permite que o código seja modularizado e reaproveitado em diferentes partes da aplicação. É possível usar módulos nativos do NodeJS ou módulos instalados via npm.

Por exemplo, o módulo fs (File System) pode ser usado para acessar arquivos do sistema operacional, e o módulo express é muito utilizado para criar aplicações web.

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A seguir um exemplo de como importar e utilizar o módulo fs:

javascript
const fs = require('fs');

fs.readFile('arquivo.txt', 'utf-8', (err, data) => {
if (err) throw err;
console.log(data);
});

Já a utilização de padrões de arquitetura, como MVC (Model-View-Controller), ajuda a manter o código organizado e fácil de manter. Aqui está um exemplo de como o padrão MVC pode ser implementado em uma aplicação NodeJS:

// controllers/usuario.js
const Usuario = require('../models/usuario');

exports.criarUsuario = (req, res) => {
  const novoUsuario = new Usuario(req.body);
  novoUsuario.save((err) => {
    if (err) res.send(err);
    res.json({ mensagem: 'Usuário criado com sucesso!' });
  });
};

// models/usuario.js
const mongoose = require('mongoose');
const Schema = mongoose.Schema;

const UsuarioSchema = new Schema({
  nome: String,
  email: String,
  senha: String
});

module.exports = mongoose.model('Usuario', UsuarioSchema);

Gerenciamento de erros de forma clara e objetiva.

Gerenciamento de erros é importante em qualquer aplicação para garantir a integridade e a confiabilidade dos dados. No NodeJS, você pode gerenciar erros de forma clara e objetiva utilizando try-catch blocks. Veja um exemplo:

try {
  // código que pode gerar erro
  const result = someFunctionThatMayThrowError();
  console.log(result);
} catch (error) {
  console.error(error);
}
Neste exemplo, o bloco try contém o código que pode gerar um erro, enquanto o bloco catch irá capturar qualquer erro gerado. Isso permite que você trate os erros de forma mais clara, como por exemplo imprimindo o erro no console ou registrando o erro em um log.

Além disso, é importante utilizar a função de callback de forma correta e tratar seus erros com tratamento de erro adequado, como por exemplo:

fs.readFile('some-file.txt', (err, data) => {
  if (err) {
    console.error(err);
  } else {
    console.log(data);
  }
});

Neste exemplo, a função readFile é passada como um callback que será chamada quando o arquivo for lido. Se houver um erro ao ler o arquivo, a função de callback irá receber um objeto de erro como primeiro argumento. Se não houver erro, a função de callback irá receber o conteúdo do arquivo como segundo argumento.

Uso de promises ou async/await para lidar com requisições assíncronas

No NodeJS, as promises e o async/await são usados para lidar com requisições assíncronas, evitando o callback hell.

Exemplo usando Promise:

const fs = require('fs');

const readFile = file => {
  return new Promise((resolve, reject) => {
    fs.readFile(file, 'utf-8', (err, data) => {
      if (err) return reject(err);
      return resolve(data);
    });
  });
};

readFile('file.txt')
  .then(data => {
    console.log(data);
  })
  .catch(err => {
    console.error(err);
  });

Exemplo usando async/await:
const fs = require('fs');
const util = require('util');

const readFile = util.promisify(fs.readFile);

async function readData() {
  try {
    const data = await readFile('file.txt', 'utf-8');
    console.log(data);
  } catch (err) {
    console.error(err);
  }
}

readData();

Nestes exemplos, a Promise readFile é criada e retorna um arquivo file.txt lido. A função then é usada para lidar com o resultado bem-sucedido da Promise, e a função catch é usada para lidar com erros. Já o exemplo usando async/await usa a função readData que é marcada como async, permitindo o uso de await para esperar a Promise readFile ser resolvida antes de ler o arquivo.

Utilização de frameworks de testes, como Mocha, Cypress ou Jest, para realizar testes unitários e integração.

A utilização de frameworks de testes é uma boa prática para garantir a qualidade do código e evitar erros futuros. Alguns dos frameworks mais populares para testes no Node.js incluem Mocha, Cypress e Jest. Vamos dar uma olhada em exemplos práticos de como cada um pode ser usado:

Mocha: É um framework simples e versátil para testes unitários. Aqui está um exemplo de como testar uma função soma em Mocha:

const assert = require("assert");

function sum(a, b) {
  return a + b;
}

describe("sum", () => {
  it("should return the sum of two numbers", () => {
    assert.equal(sum(1, 2), 3);
  });
});

Cypress: É uma ferramenta de teste end-to-end que permite automatizar testes do usuário final. Aqui está um exemplo de como testar uma interação do usuário com um botão em Cypress:

describe("Button interaction", () => {
  it("should display a message when clicked", () => {
    cy.visit("https://example.com");
    cy.get("button").click();
    cy.get("#message").should("contain", "Button was clicked");
  });
});

Jest: É um framework completo para testes unitários e integração que inclui recursos como snapshots e mocks. Aqui está um exemplo de como testar uma função de soma com Jest:

function sum(a, b) {
  return a + b;
}

test("sum adds numbers", () => {
  expect(sum(1, 2)).toBe(3);
});

Estes são apenas alguns exemplos de como utilizar frameworks de testes no Node.js para garantir a qualidade do código. É importante escolher o framework que se adequa melhor às suas necessidades e implementá-lo de forma eficiente para garantir testes robustos e confiáveis.

Utilização de ferramentas de gerenciamento de pacotes, como npm ou yarn, para gerenciar dependências.

O npm (Node Package Manager) e o yarn são as principais ferramentas de gerenciamento de pacotes utilizadas no desenvolvimento Node.js.

Exemplo de instalação de dependências usando npm:

// instalar uma dependência
npm install express

// instalar uma dependência de forma global
npm install -g nodemon

// instalar todas as dependências do seu projeto a partir do arquivo package.json
npm install

Exemplo de instalação de dependências usando yarn:

// instalar uma dependência
yarn add express

// instalar uma dependência de forma global
yarn global add nodemon

// instalar todas as dependências do seu projeto a partir do arquivo package.json
yarn

Ambos permitem a instalação, atualização e remoção de dependências, além de permitir a criação de scripts para automatizar tarefas comuns. O yarn é considerado mais rápido que o npm, mas ambos funcionam de forma semelhante e escolher um ou outro é uma questão de preferência pessoal.

Adoção de uma boa estratégia de versionamento.

A estratégia de versionamento é importante para garantir a manutenibilidade e rastreabilidade do código em projetos de software. Uma boa estratégia de versionamento pode incluir as seguintes ações:

  1. Utilização do sistema semântico de versionamento: Isso significa usar uma estrutura de versão como X.Y.Z, onde X é a versão maior, Y é a versão menor e Z é a correção de bugs.
  2. Criação de branches: Utilize branches separadas para desenvolvimento, correção de bugs e produção, para evitar conflitos de código.
  3. Tag de versão: Adicione tags para cada versão publicada, para facilitar o acesso às versões antigas.
  4. Commits bem escritos: Escreva commits claros e objetivos, para que outros desenvolvedores possam entender o que foi alterado.
  5. Utilização de Pull Requests: Utilize Pull Requests para revisar e aprovar mudanças no código antes de serem mescladas ao branch principal.

Exemplo de uso de uma boa estratégia de versionamento com Git e Github:

  1. Inicialize um repositório Git no seu projeto:
$ git init
  1. Adicione arquivos ao repositório:
$ git add .
  1. Realize um commit inicial:
$ git commit -m "Initial commit"
  1. Crie uma branch para o desenvolvimento:
$ git checkout -b develop
  1. Adicione e commite as mudanças realizadas na branch de desenvolvimento:
$ git add .
$ git commit -m "Adicionando novas funcionalidades"
  1. Crie uma tag de versão:
$ git tag -a v1.0.0 -m "Versão 1.0.0 lançada"
  1. Envie as mudanças para o repositório remoto no Github:
$ git push origin develop
$ git push origin v1.0.0

Com esta estratégia, é possível garantir uma boa gestão de versões no seu projeto Node.js, tornando mais fácil o gerenciamento de bugs, o acesso a versões antigas e a revisão de mudanças no código.

Documentação clara e objetiva do código.

A documentação do código é importante para ajudar outros desenvolvedores a entender e colaborar com o código. Aqui estão algumas boas práticas para documentar o código em Node.js:

  1. Documentação de cabeçalho: Adicione comentários claros e concisos no topo de cada arquivo de código para descrever o propósito geral do arquivo.
  2. Comentários de função: Adicione comentários claros e concisos antes de cada função para descrever o propósito da função, seus argumentos e o que ela retorna.
  3. Documentação de código JSDoc: Use a notação JSDoc para adicionar documentação mais detalhada ao código, incluindo tipos de argumentos, tipos de retorno, etc.

Exemplo de documentação de cabeçalho:

/**
* File: database.js
* Purpose: Arquivo de conexão com o banco de dados
*/

Exemplo de documentação de função:

/**
* getData
* @param {string} table - Nome da tabela
* @param {string} id - Id do registro
* @returns {Object} - Objeto de dados do registro
*/
function getData(table, id) {
// código da função
}

Exemplo de documentação JSDoc:

/**
 * @typedef {Object} User
 * @property {string} name - Nome do usuário.
 * @property {string} email - Email do usuário.
 */

/**
 * getUser
 * @param {string} id - Id do usuário
 * @returns {User} - Dados do usuário
 */
function getUser(id) {
  // código da função
}

Utilização de linting e análise de código estático para garantir a qualidade e padronização do código.

A utilização de linting e análise de código estático é uma boa prática para garantir a qualidade e padronização do código em Node.js. Isso pode ser feito usando ferramentas como ESLint, JSHint ou StandardJS.

Exemplo de uso do ESLint:

  1. Instale o ESLint usando o npm ou o yarn:
    npm install eslint --save-dev

Inicialize o ESLint com as configurações padrão:

npx eslint --init
  1. Edite o arquivo .eslintrc com as regras personalizadas.
  2. Adicione a seguinte linha no package.json:
"lint": "eslint ."
  1. xecute o lint com o seguinte comando:
npm run lint

Agora, ao executar o comando acima, o ESLint irá verificar todo o seu código e informar sobre qualquer erro ou aviso encontrado, seguindo as regras definidas no arquivo .eslintrc. Dessa forma, é possível garantir que o código esteja de acordo com as boas práticas e padrões definidos.

Conclusão

Seguindo este padrão de boas práticas no desenvolvimento de aplicações NodeJS você alcançará qualidade de código e melhor engajamento com a equipe de desenvolvedores dos projetos onde trabalhará.

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