Manual definitivo para desenvolver aplicativos móveis de sucesso

Este artigo está sendo reescrito (inicio Agosto de 2018), atualizado, neste momento. Acompanhe sua atualização (última atualização da série em 21/11/2018):

 

  • Atualizado em 19 de Fevereiro de 2017.

Neste guia pretendo explorar o mercado de desenvolvimento de aplicativos móveis. Inicio contando um pouco da história dos Smartphone, passando pelas diferenças em seu desenvolvimento em diversas plataformas, o mercado nacional e mundial de aplicativos, chegando enfim ao plano de negócios específico à aplicativos móveis. Ficou um texto longo que poderia dividir em partes, mas achei melhor manter tudo junto mesmo. Espero que goste. Ah, esta é a segunda versão, vai ter atualizações.

O mercado de Aplicativos

Se você não tem nenhuma experiência com os sistemas operacionais, seja Android, iOS, WndowsPhone ou qualquer outros sistema operacional, vamos tentar apontar o caminho correto. Todo mundo começa sem nenhuma experiência de um ponto ao outro, ainda mais neste novo mercado de software.

É difícil acreditar como em apenas 10 anos este mercado de aplicativos móveis evoluiu de forma tão grande. Há dez anos, se você falasse em aplicativos deste tipo, as pessoas não entenderiam o que você estaria projetando, por isso, é necessário começar este curso com a história dos Smartfones.

A Revolução Smartphone

Se você pensar sobre todas as coisas que faz hoje normalmente, como ler e-mails enquanto está no transito, navega pela internet enquanto espera na fila do banco, ou jogar, as redes sociais onde você se mantém conectado constantemente em seu aparelho, se comunicando – você provavelmente acredita: o Smartphone faz parte de sua vida. É difícil imaginar a vida antes dos smartphones. As tecnologias fazem parte de nossas vidas e os aparelhos de celulares, assim como os computadores, estão em constante mutação. 

Historicamente falando, o computador é relativamente uma invenção nova. A indústria de computadores, agora um gigante em todos os tipos de negócios, tem menos de um século de idade. Em geral, o computador foi criado durante a segunda grande guerra mundial para rodar grandes cálculos matemáticos. A descoberta dos transistores em 1947 e do circuito integrado em 1969 ajudou  a criar computadores a realizarem grandes progressos entre os anos 50 e 60.

Com isso a IBM se tornou o computador mainframe padrão no mundo todo. O Z3 era uma máquina enorme que ocupava quase um prédio inteiro. O poder de processamento destes gigantes mainframes e, para termos uma idéia, este poder de processamento da época do bit lascado são muito inferiores â capacidade de processamento que temos hoje em nossos smartphones. O homem foi à lua com tecnologias muito inferiores ao que carregamos hoje nos nossos bolsos.

Em pouco tempo a tecnologia dos circuitos integrados foram evoluindo e os computadores ficando cada vez menores, virando computadores de mesa, passando a serem móveis transformados em Laptops. Os fios foram desaparecendo com novas tecnologias como Bluetooth e wi-fi. Em paralelo surgiam os celulares. Estes em seu inicio pareciam grandes tijolos e somente ricos podiam ter acesso a estes aparelhos. Para se ter uma idéia, alguns chegavam a pesar quase dois quilos. E esse peso atrapalhou muito no inicio a popularização destes aparelhos, mas eram muito “popular” no final dos anos 80 e inicio dos anos 90, mas no inicio destes aparelhos eram somente em carros devido a esse incomodo de carregar aparelhos tão grandes e pesados. 

Assim como os computadores, que foram ficando cada vez menores mais leves, fáceis de carregar e com designers que agradavam, foram se popularizando e ficando cada vez mais baratos, com possibilidades de falar e mandar mensagens de textos. E foram se tornando cada vez mais inteligentes, utilizando de tecnologias de circuitos integrados de computadores.

A primeira empresa a criar um Smartphone, e chamá-lo assim, foi a Erickson, logo em seguida veio a Nokia com um smartphone com processador Intel 386, um marco para a época.

Isso me faz lembrar um fato engraçado: Apenas voltando um pouco a desktop, lembro-me de uma capa na revista da Info que era: “486, a Ferrari dos computadores” (UAU!), nunca mais cometeram esse erro.

Para os entusiastas de tecnologia quando a Nokia lançou um smatphone com processador Intel 386 foi o inicio de um sonho, popularizado tempos depois por Steven Jobs, da Apple, que surgiu com um aparelhinho de um único botão e tela sensível ao toque, com interface gráfica incrível! E assim, enfim, começaram a guerra dos smartphones e sua popularização.

Hoje, 70% dos smartphones no mundo são Android e cerca de 25% são iPhone. Estima-se que haja mais de dois bilhões de smartphones no mundo. E um mercado ainda em expansão. Essas tecnologias móveis dão espaço a um novo mercado: o de aplicativos móveis. E é este mercado que vamos explorar neste curso documentário.

O inicio dos Sistemas Operacionais para dispositivos mobile

Muitas pessoas declaram o iPhone com sendo o primeiro smartphone. Mas como mencionado anteriormente, isso não é verdade. E ainda pensam que foi o primeiro a lançar um sistema operacional para smartphones, o iOS. E que o Android é apenas uma mera imitação.

Talvez essa seja a grande vantagem em ser o primeiro em uma corrida de mercado: a idéia de ser, ou parecer ser, o primeiro.

No entanto, o sistema operacional Android foi iniciado o seu desenvolvimento muito antes do anuncio em público do iPhone em 2007.

Andy Rubin, conhecido como um dos fundadores do Android (posteriormente adquirido pelo Google) havia trabalhado com o design de smartphones desde Janeiro de 2000. A empresa que ele fundou antes do Android era chamada de Danger Inc, que havia lançado o Hiptop (também conhecido como T-mobile Sidekick) em Outubro de 2002, anos antes de a Apple lançar seu primeiro smartphone.

Andy Rubin, junto com Rich Miner, Nick Sears e Chris White, criaram em 2003, a Android Inc.  

A empresa ficou sem dinheiro, mas já havia desenvolvido um sistema operacional baseado em Linux, de código aberto, antes de ser comprado pelo Google em 2005. O qual foi trabalhado como este sistema operacional em segredo por dois anos.

Foi quando o Google criou uma aliança com diversas empresas, chamada Open Handset Alliance (OHA), com a intenção de criar padrões abertos para telefonia móvel. Entre as empresas participantes estão gigantes como: Google, HTC, Dell, Intell, Motorola, Qualcomm, Texas Instrumments, Samsung, LG, T-Mobile, Nvidia e diversos outros players do mercado mobile.

O Android e o iOS são atualmente os maiores players do mercado mundial de sistemas operacionais para celulares. Como já mencionado, hoje o Android domina 70% do mercado mundial, a Apple em segundo lugar com pouco mais de 25%, a Microsoft tem apenas uma fração pequena do mercado com o Windows Phone. Há rumores, já mencionados por grandes revistas e sites especializados, como a Wired e a Tecmundo, que Woz – cofundador da Apple ao lado de Steve Jobs – deseja fazer parceria com a Google para lançar iPhones com o sistema Android. Será? Teremos que esperar!

Qual sistema operacional escolher? Qual linguagem de programação?

Estas são duas perguntas constantes por aqueles que desejam ingressar neste novo mercado. E como o tema aqui é justamente mercado, temos que primeiro analisar ele para depois responder a estas perguntas.

O Android tem 70% do mercado de smartphones do mundo, só isso já seria o suficiente para adotar o Android como sistema operacional de escolha para o desenvolvimento de aplicativos móveis. Mas sempre queremos mais mercado e o Iphone possui um pouco mais de outros 25% do mercado mundial. Ambos somados temos 95% do mercado mundial, sendo os outros 5% divididos em outros sistemas operacionais como o Windows Phone com cerca de 1% do mercado e outros dispositivos móveis.

No Brasil o cenário já é um pouco diferente. O Android tem uma participação no mercado nacional de 89%, seguido pelo Windows Phone com média de 14,4% e o iOS com pouco mais de 4%. Mas o Windows Phone vem perdendo cada vez mais espaço no mercado no Brasileiro e mundial.

Mas vamos voltar às estatísticas mundiais.

Em 2013, para ter uma idéia, foram ativados mais de 1,500.000 sistemas operacionais de Android por dia em todo o mundo. Melhor ainda: O Google Play revende muito mais aplicativos que a Apple App Store. A venda de aplicativos no Google Play de 2012 para 2013 cresceram 90%, enquanto os da Apple App Store cresceram apenas 25% no mesmo período. Digo apenas, mas um valor muito bom de crescimento também, mas é “apenas” se comparado ao do Google Play.


Talvez por isso, existam mais histórias de sucesso em aplicativos Android que aplicativos para iPhone ou outros sistemas operacionais. Podemos citar alguns, como o Angry Birds, o Car Locator que atualmente tem um faturamento mensal de 13 mil dólares por mês em vendas.  São apenas dois de vários grandes sucessos de vendas e público. Poderia ficar horas aqui dando exemplos, mas aos poucos vamos explorando a história e trajetória de cada um se conseguirmos colocar este curso documentário em execução.

Pense na quantidade enorme de aplicativos existentes no Google Play. Até o momento quando este roteiro do piloto, para se ter uma idéia, havia mais de 700.000 aplicativos disponíveis para Android e estima-se que por mês aumentam em uma média de 20.000 aplicativos. Isso pode parecer assustador para quem quer empreender neste mundo de aplicações, mas acredite, tem como sim entrar, fazer sucesso, inovar e ganhar muito dinheiro. 

Se você não é desenvolvedor, mas quer empreender neste mercado, há mais desenvolvedores Android que para iOS ou Windows Phone e pode-se contratá-los on-line, e por terem menos desenvolvedores para o iPhone e Windows Phone, costumam cobrar valores mais altos que os desenvolvedores Android. 

Mas para a felicidade de todos, existem soluções que permitem o desenvolvimento multi-plataformas, que veremos em breve.

Os desafios de se trabalhar com Android

O Android, porém, possui muitos desafios!

Até agora só falei das vantagens do Android, chegou a hora de dizer as desvantagens.

Qualquer usuário pode se logar ao Google Play, publicar suas apps num processo relativamente simples. É fácil de desenvolver aplicativos, mas não há garantias que sua App vá trabalhar perfeitamente em qualquer dispositivo Android.

Pode imaginar sua aplicação não funcionando no aparelho de um usuário em potencial? Imagina como é difícil ter um layout de aplicação para qualquer tamanho de tela, por isso é necessário ter conhecimentos para desenvolver um layout  adaptável aos diversos dispositivos.

Mas corrigir isso é possível realizando testes como o emulador do Android, correto? Mas acontece que o emulador do Android oferece uma quantidade limitada de dispositivos. E ainda há bugs no emulador e quando passado para um dispositivo pode dar outros erros. O emulador é bom para testes simples da aplicação, sendo necessário utilizar de outras ferramentas de testes antes de lançar seu aplicavo no mercado.

Outro problema é em relação ao hardware de aparelhos e suas compatibilidades e funções, como, por exemplo, o reconhecimento facial. Nem todos os dispositivos dispõem deste tipo de câmera. E se sua aplicação necessitar deste recurso e os usuários não o tiverem?

Sem contar com as versões do Android. Nem todos os aparelhos podem ter uma determinada versão do Android e por isso podem apresentar problemas. O que obriga o desenvolvedor a utilizar versões mais antigas do Android no desenvolvimento – na ânsia de pegar o maior número de usuários – e acaba perdendo a oportunidade de desenvolver aplicativos mais robustos e com o uso pleno de tecnologias mais avançadas dos dispositivos.

Se você quer desenvolver para Android, compre outros dois dispositivos extras, além do seu dispositivo mais novo para realizar testes de verdade, na vida real.

Outra opção para isto são serviços que oferecem este tipo de teste e dão relatórios de como melhorar

Preste atenção, a dica é este site: www.perfectmobile.com.

Os desafios de se trabalhar com iPhone

Diferente do Android, o iPhone existem poucas variações de aparelhos e versões de sistemas operacionais e recursos de aparelhos, o que tornam estas dificuldades relativas ao Android praticamente inexistentes.  E os testes ficam muito mais fáceis no mundo real, bastando adquirir os dispositivos da Apple ou utilizando a mesma ferramenta de testes apresentada para o Android: www.perfectmobile.com.

Dificuldade de portabilidade e portabilidade

O ideal para todos nós seria desenvolver aplicativos para o maior número de sistemas operacionais possíveis, ou pelo menos para os dois maiores players: Android e iOS, se pensarmos no mercado mundial, e o Android e Windows Phone se pensarmos no mercado nacional ou mesmo da América Latina. Se seu interesse é desenvolver apenas para o Android, ou somente para o iOS ou Windows Phone, pode pular esta parte e ir direto para a segunda parte do curso. Agora, se você deseja desenvolver para ambas as plataformas ou todas existentes, continue por aqui.

Se você desenvolver uma aplicação para o iPhone, muitas coisas não poderão ser reutilizadas no desenvolvimento para o Android e vice-versa.

No iOS geralmente se escreve com Objective-C, já Android geralmente com Java. Ambas as linguagens são similares em algumas questões: elas são lineares, procedurais e orientadas a objetos. Mas é muito diferente em relação aos objetos visuais, o ciclo de vida das aplicações. Resumo: Objective-C não é compatível com o Android e o Java não é compatível com o iOS.

Mas algumas coisas podem ser reaproveitadas por ambos os lados. Como, por exemplo, os ícones e imagens utilizadas, ambos podem reutilizar os códigos em SQLite. Se você tiver que escrever códigos em C no iPhone, você pode reutilizar no Android, para isso basta se utilizar do NDK do Google que permite desenvolver em C e C++. Mas os elementos interface gráfica de ambos não são compatíveis.

Mas tudo depende da habilidade do desenvolvedor de reutilizar códigos e saber desenvolver em uma plataforma de forma a maxibilizar o reuso de códigos para ambas as plataformas.

Por exemplo, se você desenvolve aplicações no iOS em C ou C++, geralmente essa linguagem é utilizada na criação de games e não em aplicativos e há uma gama enorme de engines de games multi-plataformas com estas duas linguagens, no Android também é possível utilizar C e/ou C++ utilizando o NDK que permite utilizar também códigos Java e vice-versa.

O NDK é uma tentativa de ajudar desenvolvedores a desenvolverem em outra linguagem mais fácil que o Java, que é o C ou C++, e ajudar a ter portabilidade no desenvolvimento em outras plataformas.

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Exemplos de ferramentas multi-plataformas de desenvolvimento

As chances de se obter sucesso e dinheiro no mercado de aplicativos mobile são maiores se desenvolver para um maior número de dispositivos e sistemas operacionais além do Android e iOS. Mas como já disse anteriormente é um caminho árduo. No entanto, há no mercado diversas ferramentas de desenvolvimento multi-plataformas que permitem o desenvolvimento mais amplo. E é a grande tendência atual dos fornecedores de ferramentas de desenvolvimento tornar este desafio uma facilidade aos desenvolvedores.

O Delphi, por exemplo, agora adquirida pela Embarcadero é uma das empresas fornecedoras de IDEs de desenvolvimento preocupadas em tornar sua linguagem de programação cada vez mais multi-plataforma, há diversos frameworks que auxiliam este desenvolvimento multi-plataforma facilitando a vida dos desenvolvedores e um alcance maior a este mercado.

São alguns exemplos para ajudar você:

LiveCode

É um ambiente multiplataforma criado pela RunRev.

Capaz de criar apps para o iOS, Android, Mac, Windows, Linux e Servidores, a versão comercial do LiveCode oferece uma interface gráfica intuitiva baseada no conceito de arrastar e soltar e uma linguagem de programação natural, similar ao inglês. Os apps desenvolvidos com o LiveCode podem ser escritos uma vez e rapidamente distribuídos em todas as plataformas móveis populares, além de desktops e servidores. Uma licença anual do software custa US$ 500.

“Com sua interface fácil de usar e linguagem natural, o LiveCode coloca o poder da programação nas mãos de estudantes, profissionais liberais e desenvolvedores amadores, não importa sua familiaridade com a programação”, explica a RunRev.

Site do LiveCode: https://livecode.com/

AppAcelerator

O Appcelerator Titanium Mobile é um framework open source para desenvolvimento de aplicações mobile nativas. Os apps são escritos em JavaScript, utilizando a API do Titanium. O código JavaScript é compilado e empacotado através de ferramentas nativas de cada plataforma, gerando código nativo Objective-C, através do XCode e IOS SDK ou Java, pelo Android SDK, para iOS e Android respectivamente.

O Appcelerator Titanium mobile está disponível para Mac, Window ou Linux. Considerando que você querira desenvolver uma aplicação para iOS (iPhone ou iPad), é necessário um Mac com iOS SDK e XCode instaldo. Para Android, todas as plataformas acima citadas estão abilitadas, sendo necessário o Android SDK instalado e o ADT (Android Development Tools) para Eclipse.

Site do AppAcelerator: https://www.appcelerator.com/

AppMobi

Posicionada como uma solução de API JavaScript, a nova versão tem como alvo os desafios comuns dos desenvolvedores de games, e aborda questões relacionadas à autenticação do usuário, pagamentos, engajamento social e pontuação dos jogadores.

A principal tecnologia do playMobi é baseada no API e na plataforma de hospedagem de games TapJs, tem sido apontada como uma força importante do movimento que traz elementos sociais aos jogos HTML5. Segundo o tapjs.com, a TapJs permite que os desenvolvedores integrem seus games com contas de jogadores, com storages de dados, com o quadro de pontuação e com o Facebook por meio de uma API JavaScript.

Por enquanto, a playMobi possui capacidades de compra in-app baseadas na tecnologia “1Touch” – além disso, a empresa oferece aos desenvolvedores a habilidade de “escrever apenas uma vez” e utilizar os mesmos códigos em iOS, Android, Facebook e na web aberta.

Site do appMobi: https://www.appmobi.com/

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PhoneGap

O Phonegap é uma tecnologia open source, tem como principal característica desenvolver aplicativos webapp, que podem ser funcionais nos ambientes online ou offline. Para suprir as necessidades das linguagens nativas de cada plataforma, ele utiliza dos melhores padrões de web com o HTML5, CSS3 e o Javascript, tratando de uma forma bastante simples o seu desenvolvimento. Com uma interface baseada em telas de HTML, a sua lógica de programação e os seus recursos de dispositivos são tratados pelo Javascript tendo a possiblidade de realizar combinações com diversos scripts. Estes são: Jquery, MooTools e XUI. Dentro da lógica no javascript é realizado a comunicação com a API do PhoneGap.  Devido a grande quantidade de aparelhos, os quais possuem diversas resoluções e tamanhos de tela, os arquivos CSS são encarregados de exibir a aplicação corretamente. É importante lembrar que junto a estes novos padrões, está presente o Canvas, em testes realizados foi notado um ótimo desempenho com o framework.

Além da criação de páginas web que rodarão nos dispositivos móveis através de controles chamados WEBVIEW, que permitem a exibição de HTML, o Phonegap possui suporte a alguns recursos de extrema utilidade como: accelerometer, camera, compass, contacts, file, geolocation, media, network, notification (alert), notification (sound), notification (vibration) e storage imbutidos no html.

Site do PhoneGap: https://phonegap.com/

MonoProject

Focado em desenvolvedores .Net é um framework que permite que programas desenvolvidos em .Net possam rodar em diversos sistemas operacionais.

Site do MonoProject: https://www.mono-project.com

 

Sencha Touch

O Sencha Touch é um framework MVC para o desenvolvimento de Apps mobile Web, utilizando de HTML5, CSS e JavaScript e possui bibliotecas prontas que oferecem uma interface idêntica aos aplicativos mobile. Se combinado com o PhoneGap, já mencionado, tornam juntos a solução perfeita para quem procura o desenvolvimento multi-plataformas. Ambos combinados permitem um maior poder de desenvolvimento e tornando as aplicações hibridas – ou seja, podendo ser instalado nos dispositivos, sem a necessidade de uma conexão web e ter acesso a todos os recursos dos dispositivos.

Site do Sencha Touch: https://www.sencha.com/

 

Uma pequena pausa no texto para fazer merchant de um dos meus patrocinadores. Afinal, isso aqui não é um site comunista. 
O Fiverr é simplesmente o melhor amigo do jovem empreendedor.
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Os segredos que ninguém conta sobre planos de negócios para o mundo mobile

Para uma aplicação ter sucesso é necessário um trabalho de dias, meses ou anos, dependendo da complexidade do projeto. Mas para garantir que sua aplicação chegue ao sucesso em menos tempo possível é necessário antes um planejamento e um plano de negócios para superar os desafios que serão seguidos, antes, durante e após o lançamento de sua App.

Sua aplicação e um plano de negócios

Um plano de negócios é um documento que analisa o mercado e o potencial de se investir neste mercado ou não. No caso específico de uma aplicação móbile, não há um padrão a ser seguido para a elaboração de um plano de negócios.

Mas, de modo geral, entende-se por Plano de Negócios um projeto por escrito pelo qual o empreendedor realiza os estudos sobre suas idéias e os passos que deve seguir para transformá-las em um empreendimento de sucesso, sendo capaz de analisar a viabilidade esperada do negócio, além de prevenir possíveis riscos e incertezas. Quanto mais detalhadas as informações sobre o negócio pretendido, mais o Plano de Negócios contribuirá com o sucesso da sua atual ou futura empresa, ou mais específico: sua aplicação.

Se já é difícil se destacar entre milhares de aplicativos à venda, imagine sem um plano de negócios claro e objetivo de curto, médio e longo prazo. Mas este capítulo em especial vai tratar especificamente de passos para elaborar um plano de negócios especifico ao mundo das Apps, que cursos tradicionais de planos de negócios não abordam. Sendo, portanto, um complemento a um curso de plano de negócios, caso você venha fazer algum.

Mas no mundo digital, em especial de startups o plano de negócios é cada vez mais pré-histórico. Recomendo a leitura do livro Lean startup escrito por Eric Ries, que tem mais relação a este mundo, que o tradicional plano de negócios e o livro Bussiness Model Canvas.

Segundo o Wilipedia o Lean Startup:

“é um conjunto de processos usados por empreendedores para desenvolver produtos e mercados, combinando Desenvolvimento ágil de software, desenvolvimento de clientela (Customer Development) e plataformas existentes de software (usualmente FOSS). O conceito foi introduzido por Eric Ries.

A iniciativa lean startup defende a criação de protótipos rápidos, projetados para validar suposições de mercado, e usa feedback dos clientes para envolvê-los muito mais rapidamente do que através de práticas de desenvolvimento de software mais tradicionais, como o Waterfall model. Não é incomum ver lean startups colocando um novo código em produção várias vezes por dia,1 usando práticas conhecidas como continuous deployment.2 3

Lean startup é às vezes descrito como o “pensamento enxuto” (lean thinking) aplicado ao processo empreendedor.4 Um princípio central no pensamento enxuto é reduzir o desperdício. Os processos de lean startup usam o desenvolvimento de clientela para reduzir o desperdício, incrementando a frequência de contato com clientes reais e assim validando ou eliminando, o mais cedo possível, suposições incorretas sobre mercado.5 Esta abordagem se propõe a melhorar as táticas empreendedoras, reduzindo o trabalho, o custo de validar suposições sobre o mercado e o tempo necessário ao negócio para encontrar tração de mercado. É referida como “produto minimamente viável” (minimum viable produto ou MVP).

Em desenvolvimento de produto, o MVP é uma estratégia usada para testes quantitativos e rápidos do mercado de um produto ou das características de um produto, popularizada por Eric Ries, para aplicações web.6 7

Lean startup se baseia fortemente no processo de Customer Development, descrito no livro The Four Steps to the Epiphany , de Steven Gary Blank,8 e não se aplica apenas a empresas de tecnologia. A ideia de falhar cedo e aprender rápido pode beneficiar qualquer indústria.”

Vou apresentar aqui assuntos específicos ao mercado de apps que, como dito, nenhum curso de plano de negócios irá abordar para algo tão novo e específico, mas que permitirá você adicionar ao seu plano de negócios. Mas vamos a uma pequena introdução sobre plano de negócios tradicionais, os quais você já poderá ir pensando e respondendo antes de iniciar de verdade o seu plano de negócios.

Leitura recomendada:

QUER CONHECER OS MODELOS DE NEGÓCIOS DAS PRINCIPAIS STARTUPS BRASILEIRAS? Então acesse este link.


Então vamos a alguns conceitos sobre plano de negócios:

O que é um plano de negócios?

Trata-se de um documento onde contém a caracterização do negócio, sua forma de operar, suas estratégias, seu plano para conquistar uma fatia do mercado e as projeções de despesas, receitas e resultados financeiros.

Trata-se de um plano ou planejamento de curto, médio e longos prazos para os rumos da empresa e dos negócios. Além de analisar se o negócio é lucrativo ou não. Os administradores modernos usam cada vez menos a intuição e mais análises reais de mercado para diminuírem os riscos de investimentos, para conseguirem sócios investidores e até mesmo para segurar talentos em suas empresas.

Pense em seus amigos que possuem um plano de vida e nos amigos que não possuem este plano de vida definido. Quais deles têm mais sucesso? A resposta correta é aqueles que possuem seus planos de vida definidos e bem planejados. E o planejamento em negócios é o mais importante.

E planejamento consiste na concepção e análise de cenários futuros para um empreendimento, seguido do estabelecimento de caminhos e objetivos, culminando com a definição das ações que possibilitem alcançar tais objetivos e metas para o empreendimento.

Ao elaborar um plano de negócios, basicamente você deve responder a estas perguntas chaves:

Mas há uma característica que se difere deste plano de negócios tradicional, com um plano de negócios para aplicativos móbile. Além de responder a todas estas perguntas de um plano de negócios tradicional, o plano de negócios de um aplicativo deve também:

  1. Identificar um problema a ser resolvido.
  2. Analisar os competidores.
  3. Determinar a sua participação no mercado.
  4. Fazer um plano técnico de desenvolvimento, execução e riscos que podem ocorrer, e como eliminar ou diminuir as chances de riscos.
  5. Pensar sobre como ganhar dinheiro com sua aplicação ou preço.
  6. Estimar prazos.
  7. Testar se há demanda para sua aplicação.

Não vou e nem quero tratar da elaboração de um plano de negócios tradicional, mas dar ferramentas de como criar um plano de negócios tendo como foco aplicativos móveis, que poderão ser utilizados e implementados num plano de negócios convencional.

Não apenas ajudar você a criar um plano de negócios, mas também como ter uma idéia de aplicação a ser desenvolvido, criar seu “boneco”, ou mockup e testar o mercado sem ter sua aplicação pronta.

Nunca inicie o desenvolvimento de sua aplicação sem a criação de um planejamento para o mesmo e a criação deste boneco. Isso diminui as chances de erros futuros e mudanças de planos. Além de estimular idéias para a criação de inovações em sua idéia inicial.

Identificando um problema a ser resolvido

Esta é a primeira regra sobre o desenvolvimento de aplicativos: um bom aplicativo resolve um problema. As perguntas que você deve responder a você mesmo e às partes interessadas são:

  1. O que minha aplicação pode fazer para o mundo?
  2. Qual um problema que posso resolver?

Respondendo a estas duas questões fica fácil ter idéia de um aplicativo.

Vamos a alguns exemplos:

Há uma empresa, na minha região, o qual tem um software para casas noturnas em desktop. Um dos grandes problemas de qualquer casa noturna está na hora das pessoas pagarem para saírem e suas enormes filas e dificuldades das pessoas realizarem seus pedidos. Uma verdadeira chatice para os funcionários e para os clientes das casas noturnas.

E como resolver este problema com o uso de tecnologias, ou pelo menos reduzir estas filas?

Resolveram então desenvolver um aplicativo mobile onde as pessoas podiam realizar o pagamento de suas contas pelo próprio smartphone não precisando pegar as enormes filas.

Entenda: Este era o problema principal a ser resolvido.

Mas foram adicionados recursos extras como: fazer pedidos nas cozinhas sem a necessidade do garçom, chamar um garçom para sua mesa, e de quebra acompanhar a programação da casa noturna, ganhar descontos e diversas outras funcionalidades extras. Com isso, além de resolverem o problema dos clientes de seus clientes, criaram um diferencial para toda a casa noturna e de quebra obtiveram um diferencial extra em relação a seus concorrentes de softwares de casas noturnas.

Observe que muitas vezes o melhor caminho para quem já possui um software desenvolvido em ambiente desktop ou web é a criação de extensões de seus softwares para o mobile, podendo ser: sistema de força de vendas, pesquisas de opinião, logística, controle de estoques remotos, ordem de serviços fora da empresa entre outras possibilidades que agreguem valor aos próprios clientes,  ao software já existente, e possam gerar novas rendas à empresa desenvolvedora.

Um jogo, como o Angry Birds – que é o mais famoso. Qual o seu principal objetivo? Dá pra supor? Pense ai!

Claro que o principal objetivo é acabar com o tédio das pessoas quando estão em transportes públicos, filas de espera, aguardando outras pessoas ou simplesmente sem nada pra fazer e entreter estas pessoas. O que vêm em seguida a isso são objetivos secundários.

Um aplicativo de localização e chamada de taxis dá pra imaginar o seu principal objetivo? Pense ai, se possível dê uma pausa a este vídeo antes de responder…

O principal objetivo é agilizar para o usuário de taxi a localização e contratação de um taxista, facilitando a vida das pessoas que se utilizam de taxis e dos próprios taxistas. Os demais objetivos são secundários.

Além de ter um objetivo principal a serem resolvidas, outras duas questões devem ser respondidas:

Sua solução é uma vitamina ou algo devastador?

Vitaminas são aplicativos “legais de ter”, são aqueles que se você se lembrar que os tem acaba usando, mas não com freqüência, apenas eventualmente.

Aplicativos devastadores são aqueles que você precisa ter desesperadamente em seu smartphone ou tablet. O qual você usa com freqüência ou que vão usá-los com freqüência em determinadas situações do dia-a-dia.

Se você tem um aparelho smartphone dê uma olhada nos aplicativos os quais tenha: quais os mais usados, os pouco usados, quais olhou apenas uma vez e nunca mais usou, quais você nem nunca teve curiosidade para conhecer.

Se seu objetivo é mercado de games, pense: seu jogo é pra ser jogado por horas, ou por um curto espaço de tempo apenas para matar o tempo da pessoa para uma eventual espera e entreter?

Analise seus competidores

Analisar seus competidores – ou concorrência – é fundamental. Você teve sua idéia (ou mesmo pode nem ter tido a sua “grande idéia, única e original”, mas ter idéia de uma aplicação que já exista, e é necessário se diferenciar dos demais pra ganhar mercado).

Existe algo igual ou parecido no mercado? Se a resposta for sim, o que você pode fazer para se diferenciar do seu concorrente? Aqui estamos falando de usabilidade, não estamos mencionando preço ou forma de monetização, ok? Isso será após a analise de funcionalidades dos concorrentes e o que o seu pode oferecer que os demais não oferecem.

E uma informação superimportante e que deve ser lembrada sempre: Preço, não é fator de diferenciação nem de estratégia. É mais fácil copiar o preço de um concorrente, que copiar sua estratégia e alcançar seus recursos. Então, por enquanto esqueça a questão de preço e foque na aplicação e diferenciação em relação aos demais.

Vamos supor que deseje criar um jogo de corrida: O que acha que no seu pode ser melhor? Os gráficos, as pistas, a forma de pontuação, o que mais?

Ou um aplicativo de taxi, o que o seu pode ter de diferencial que o outro não tenha?

Não seja apenas um “eu também”, invista em novidades. Para fazer sucesso você tem de fazer o que a concorrência está fazendo, porém, significamente melhor. Caso contrário, seu aplicativo será somente mais um e as chances de sucesso baixas.

Existem diversas formas de analisar a concorrência. A primeira é olhando nas lojas de aplicativos os seus concorrentes nas categorias ao qual pretende atuar. Teste os aplicativos dos concorrentes, leia os comentários existentes a respeito dos aplicativos (ali há muitas informações e analises importantes de usuários), peça aos seus amigos testarem e darem opinião sobre os aplicativos dos concorrentes. Você pode até mesmo contratar uma empresa de pesquisa especializada, dependendo de sua verba para investimento.

E não pense apenas como aplicativo móvel os concorrentes, seja mais amplo, respondendo a estas perguntas:

  1. Existem aplicativos idênticos ou semelhantes para desktop ou web?
  2. E os aparelhos que o aplicativo roda?
  3. Há novas tecnologias surgindo em dispositivos portáteis que podem levar o seu a ter um diferencial maior?

Há, também, revistas e sites especializados em analise de aplicativos onde demonstram os prós e os contras de aplicativos e concorrentes dos mesmos. São excelentes formas de ter novas idéias e analisar os concorrentes.

Determinar o tamanho do mercado

Vamos imaginar que sua aplicação não é única no mercado. Não há problema, você vai concorrer com outras aplicações. A analise dos concorrentes já foi feita e definiu seu diferencial. Ok.

Pode ser que sua aplicação seja única e não exista nada semelhante no mercado: melhor ainda!

Agora vamos pensar em outra coisa, que inclusive se relaciona ao tópico anterior:

Seu público alvo!

Se na sua analise realizada você perceber que o seu mercado-alvo não dará certo, não entre em pânico! Pegue sua toalha intergaláctica e muitas vezes pequenas alterações na sua aplicação podem mudar o perfil de publico alvo de sua aplicação, migrando para um mercado com menor concorrência ou maior público. De qualquer forma, se seu aplicativo é para um nicho específico de público, mais cedo ou mais tarde ele estará aparecendo na lista para este público em particular.

O ideal é achar seu público-alvo. Não se pode e nem deve agradar a todos, tentar abraçar o mundo. Pense num filme seu favorito. Lembre-se das pessoas que não gostaram do mesmo filme. O segredo do sucesso é não agradar a todos. Ache seu nicho, seu público-alvo. Dificilmente seu software será utilizado por todos.

Vamos pensar no ramo de publicidade. Os anunciantes procuram produtos e conteúdos para nichos específicos. Um produto voltado para crianças não será anunciado no Jornal Nacional, mas num programa infantil. Achando as pessoas que podem usar o seu aplicativo já é um grande passo para o sucesso.

Existem diversos tipos de públicos alvos, todos querendo resolver os mais diversos tipos de problemas específicos: para seu comportamento ou interesse, desde colecionadores de selos, moedas, passando por mães, empresários, crianças, adultos, mulheres, casais em diversas fases de suas vidas (solteiros, namorados, noivos, casados, com filhos, divorciados, etc) estudantes, enfim, uma gama enorme de públicos e interesses.

É estreitando um público alvo que fica mais fácil de encontrar usuários e aumentar as chances de sucesso de sua aplicação.

E estreitar o mercado não é algo ruim e tem muitas vantagens no marketing, na divulgação de sua aplicação. Tornando o seu produto de nicho fica muito mais fácil de destacar dos concorrentes.

Investidores ficam muito preocupados quando ouvem que uma empresa está buscando mais de um mercado. É preciso foco.  Se você identificou para sua aplicação mais de um público-alvo, você deve escolher qual é o melhor público, para se dedicar a ele em específico: não abrace o mundo, mantenha-se com sua toalha!

Uma vez escolhido o público alvo, você deve pesquisar dois tipos de dados. O primeiro são os dados básicos, tais como: idade, sexo, nível de renda, escolaridade, estado civil, ocupação, origem étnica e outros fatores demográficos. Mas também deve pensar em seu público alvo com maiores detalhes. Pense em características pessoais como: personalidade, atitudes, valores, interesses, Hobbies, estilo de vida e comportamentos em geral. Pense no seu público alvo até ter em mente um cliente modelo com todas suas características.

Tudo isso deve ser levado em consideração no desenvolvimento de sua aplicação e no plano de marketing e divulgação de sua aplicação.

Fazer um plano técnico de desenvolvimento, execução e riscos que podem ocorrer, e como eliminar ou diminuir as chances de riscos.

Tudo onde pretendemos empreender podem ter riscos. Odiamos quando falhamos. Mas os riscos existem e tentar prevê-los e tentar diminuir as chances de fracasso é muito importante.

Existem alguns fatores de risco necessários de se observar, são alguns deles:

  1. Risco técnico.
  2. Risco de execução.
  3. Risco de mercado.

Vamos analisar cada um destes riscos:

Risco técnico

No começo mencionei alguns riscos técnicos que temos no desenvolvimento de aplicações em vários sistemas operacionais – se você pulou a introdução por algum motivo, aconselho parar aqui, voltar e assistir.

Riscos técnicos, provavelmente, são os mais simples de se resolver, utilizando-se de ferramentas que tanto o Android, o iOS e outros, oferecem e outras ferramentas extras que o mercado oferece. Mas existem outros riscos técnicos além da programação.

A telefonia móvel no Brasil é deficiente e com poucos concorrentes, os smartphones do seu público alvo podem não ter os recursos tecnológicos que sua aplicação exige, a resolução da câmera do seu usuário pode não ser boa, pode não ter reconhecimento de face, seu algoritmo pode não funcionar em todos os aparelhos, além dos já mencionados no inicio do curso.

No final deste capítulo vamos listar algumas ferramentas que o auxiliaram a minimizar estes riscos, mas é muito importante você identificar quais estes riscos técnicos e corrigi-los antes do lançamento de seu aplicativo.

Risco de execução

Às vezes sua aplicação pode ter risco na execução do projeto por diversos motivos: talvez você seja um desenvolvedor iniciante e precisará de apoio de um desenvolvedor experiente, talvez você não tenha conhecimentos de design e precisará contar com a ajuda de um designer, talvez até não tenha muito conhecimento em plano de negócios e precisará da ajuda de empresas especializadas ou empresas juniores de universidades. Tudo isso pode atrapalhar o cronograma de desenvolvimento e até mesmo a qualidade de sua aplicação.

Riscos de mercado

O mercado vai usar sua aplicação, no volume de vendas que você precisa para ter lucros?

Você estará perdendo dinheiro vendendo seu software à R$ 1,00 e tendo um custo de publicidade de R$ 1,05 para cada venda gerada? E ainda pagando 30% do valor aos marketplaces? Com certeza não. E ainda estará perdendo dinheiro.

Quantas visualizações e cliques em seu site irão ser convertidos realmente em vendas? 

Felizmente é possível fazer testes antes de lançar um produto no mercado. Bastando para isso criar um mockup de seu produto num site e coletando informações do tipo: quantas visitas foram geradas, quantos clicaram no botão comprar. Isso mesmo, sem ter o produto pronto. Esta é uma das formas de testar o mercado que vamos tratar mais a frente no curso, assim como outros aspectos de mercado. Afinal, é pra isso que você está fazendo este curso, não é mesmo

Como monetizar sua aplicação

Todo negócio precisa ter lucros. Senão, qual o objetivo de criar algo?

Há clientes para todos os tipos de aplicativos. Assim como também existem os mais diversos tipos de aplicativos gratuitos no mercado. Há aqueles clientes que não querem gastar, há aqueles que ainda não confiam em compras de aplicativos mobile, há quem não possui cartões de crédito internacionais.

Há vários modelos de negócios para aplicativos, que vamos explorar a partir de agora.

Tem que lembrar que a grande maioria dos mercados de aplicativos fica com 30% de comissão dos aplicativos comercializados.

Se for gratuito você pode ganhar com publicidade. Se for pago terá que levar em consideração a comissão das lojas e convencer seus clientes com a descrição de seu software e esforço de marketing e vendas.

Pode ser que seu aplicativo seja comprado uma única vez e não ter atualizações para que os usuários voltem a pagar, assim como pode estar relacionado a um serviço de cobrança mensal ou anual.

Pode ser que seu aplicativo seja uma extensão de seu software desktop ou web. 

As possibilidades são várias, vamos à alguns exemplos de formas de monetização e precificação de aplicativos:

Pagando por aplicativos

Esta parte tem muito a ver com o planejamento financeiro de seu plano de negócios em relação a custos de investimentos no desenvolvimento e divulgação de sua App.

Você tem a opção de vender o aplicativo por algum valor a ser definido. É preciso ter em mente, na formação do preço de seu aplicativo, a comissão das lojas, que geralmente são de 30% do valor.

Portanto a primeira dica a respeito da formação de preço

Algo muito comum, mais comum que imaginamos, é o empreendedor colocar um preço e acrescentar 30% no valor que ele tem que dar de comissão. Veja o erro do empreendedor: Quer ganhar R$ 10,00 a cada aplicativo vendido e acrescenta 30% indo à R$ 13,00 o aplicativo. Quando vai receber dos marketplaces recebe R$ 9,10, portanto, menor do que planejava ganhar.

A forma correta de colocar os 30% e ainda receber o valor desejado é a seguinte:

X é quanto deseja ganhar, ou seja, R$ 10,00.

Y é o preço de venda.

Então: Y * (1 – 0,3) = 10 que dará: 14,2857

Então multiplica 1,42857 pelos R$ 10,00 que terá o valor de venda, que será R$ 14,2857, podemos arredondar para R$ 14,29. Descontado os 30% dará R$ R$ 10,003.

Para vender o aplicativo terá que ter uma excelente descrição de seu aplicativo e contar com excelentes comentários de seus usuários, o que é muito difícil sem uma boa ação de marketing.

Ai é só acompanhar suas vendas nos Marketplaces. E muito provavelmente não precisará se preocupar com atualizações depois que os usuários comprarem e você perder o interesse por eles por não haver mais como fazer dinheiro com seus usuários, isso é muito comum com apps vendidos sem mensalidade.  Mas não atualizar pode gerar comentários ruins e obrigar você a atualizar sua aplicação para continuar as vendas do mesmo, podendo inclusive cobrar ou não por esta atualização. É tudo uma questão de escolhas e estratégias a serem definidas por você.

Em geral, você terá que fazer algum tipo de publicidade para seu software e isso há custos. E, a menos que você tenha um aplicativo bom o suficiente para ter um valor que compense ter um preço elevado, talvez outras formas de monetização além do pagamento pelo aplicativo seja necessário.

Assim como poderá diversificar versões dos seus aplicativos e adotar diferentes formas de monetização e descobrir qual vale mais a pena.

Vamos falar sobre os mais comuns e que você pode adotar em sua estratégia de mercado:

Aplicativos grátis

Não existe almoço grátis assim como ninguém quer entregar nada grátis. Os usuários adoram aplicativos gratuitos. É fato. Mas os usuários não podem executar nossos aplicativos sem ter alguém pagando por isso. É exatamente ai que entram empresas que dão comissão aos aplicativos que apresentem publicidade, por clique ou por impressões, ou seja, quantas vezes são apresentadas aos usuários.

Há também a possibilidade de seu aplicativo utilizar APIs de empresas que ofereçam algum tipo de remuneração, como afiliados. Teremos um capítulo à parte sobre o tema.

Apesar de serem opções não dão muito dinheiro, a menos que tenha uma base muito grande de clientes, ai sim pode se tornar muito rentáveis.

Ao mesmo tempo pode ser uma porta aberta para os seus usuários adquirirem versões pagas de seus aplicativos, criando uma versão gratuita e outra paga com mais recursos, também conhecido como Freemium App.

Assim como há casos de aplicativos grátis fazerem tanto sucesso e passarem a serem pagos num futuro, excluindo a versão gratuita. Tudo dependerá do sucesso de suas aplicações, testes e respostas do mercado alvo.

Ou pode simplesmente fazer parte de seu portfólio de trabalho.

Freemium Apps – Ganhe o básico, pague para ter mais.

Como dito anterior, um aplicativo grátis, somente com propaganda – ou sem mesmo, mas é sempre melhor ter uma entrada de dinheiro a nenhuma – onde os usuários podem adquirir versões pagas do aplicativo grátis, com extensões que possam querer utilizar e portando adquirir.

Claro você terá que ter nas lojas de aplicativos as duas versões: a grátis e a paga.

A grande vantagem de se ter uma versão grátis é exatamente fazer com que as pessoas experimentem e conheçam seu aplicativo, se familiarizem e, posteriormente, comprem a versão paga com mais funcionalidades.

Estatisticamente apenas 10% dos usuários gratuitos se tornam usuários pagantes e estes 10% sustentam os nãos pagantes. Por isso, em seu plano de negócios, se adotar a estratégia de Freemium, tenha em mente que o máximo de usuários pagantes será de 10% dos gratuitos, pode acontecer de ultrapassar este valor, mas a margem segura e já comprovada é esta. 

Serviços

Você pode criar um aplicativo que forneça algum tipo de serviço onde os usuários queiram pagar uma mensalidade pelo uso do serviço. Pode ser que o desenvolvedor crie algum tipo de serviço a ser oferecido aos seus usuários ou empresas terceiras ofereçam estes serviços aos seus usuários. Pode receber assinatura de um curso, de conteúdos relevantes ao usuário. Algo que desperte no usuário o interesse no aplicativo e em pagar uma assinatura pelo serviço oferecido pelo aplicativo.

Um exemplo são os aplicativos de táxis, mas observe que, neste caso, não são os usuários dos aplicativos que pagam para usar, mas os próprios taxistas que pagam uma mensalidade pelos serviços dos aplicativos, dispensando as agências de táxis.

Outro bom exemplo são os aplicativos interligados com aplicativos web ou desktop – extensões de outros softwares, que quem paga para usar são os próprios clientes destes aplicativos.

Um modelo de negócios interessante de se conhecer é o Umove (https://www.umov.me/). Trata-se de um modelo de negócios onde empresas de software podem facilmente desenvolver aplicativos móveis onde se comunicam com os aplicativos Desktop da empresa podendo desenvolver extensões de seus softwares com uma curva de aprendizado bastante curta e cobrar mensalidades dos clientes. Vale a pena pelo menos conhecer como funciona este serviço que, inclusive, é uma empresa nacional.

Complementos para aplicativos

É muito usado em jogos. Onde as pessoas podem comprar itens para seus jogos, ou personagens, assim como adquirir novas fases. Mas também para softwares de cálculos, por exemplo, onde podem ir adquirindo calculadoras para outros tipos de cálculos. É bem parecido com o Freemium Apps, e a margem de compradores destes itens é idêntica: 10% da base de usuários gratuitos.

Licenciamento

Sua aplicação pode ser licenciada para uma determinada empresa, a qual pagará para personalizar sua aplicação com a identidade visual dela, por um período de tempo ou quantidade de downloads.

Geralmente este tipo de negociação é feito para agencias de publicidade.

Neste caso vale lembrar: quando optar por este tipo de comercialização é importante oferecer uma comissão às agências que variam de 15 a 20% do valor de contrato. Caso contrário poderá não haver interesse por parte das agencias, uma vez que muitas delas dependem das comissões que recebem dos meios de comunicação que repassam estas comissões às mesmas.

Estimar prazos

Aqui estamos falando de gerenciamento de projetos. É preciso definir um cronograma e os passos para a finalização de sua aplicação. O desenvolvimento do software deve ser dividido em partes, até mesmo para analisar se vale à pena investir tempo e dinheiro no desenvolvimento do mesmo.

Caso você seja um iniciante é preciso consultar um especialista para elaborar um cronograma realista para o projeto, conhecer todos os recursos que irá utilizar. Afinal, tempo é dinheiro.

A pergunta principal aqui é: Vai valer gastar o tempo e recursos financeiros para o projeto?

Em muitos casos, você pode escrever um pequeno programa com todas as funcionalidades desejadas, mais ou menos parecido com o que deseja, para apenas ter uma idéia geral do projeto.

Se você não tem conhecimento de como montar um cronograma de projeto de software, peça ajuda a um profissional. Não vamos adentrar neste curso o gerenciamento de projetos.

Mas aqui você tem que levar em conta não apenas o cronograma do desenvolvimento do seu software. Mas também de outras áreas como:

  • O desenvolvimento do site de divulgação de seu aplicativo;
  • Vídeos de apresentação
  • Traduções do aplicativo e do material de marketing para o mercado internacional, e divulgação para outras línguas, as tarefas de vendas e, claro, o orçamento disto tudo.

Somente com todo o orçamento, tempo e previsão de retorno você poderá saber se vale à pena ou não investir seu tempo e dinheiro no projeto.

Existem diversas ferramentas de gerenciamento de projetos que você pode utilizar nestas etapas. O mais utilizado costuma ser é o Microsoft Project. Mas o mesmo é pago, mas há um concorrente open-source grátis, muito parecido com o Microsoft Project, o ProjectLibre (www.projectlibre.org) vale a pena utilizar.

Como descobrir se há demanda para sua aplicação

A última coisa a se fazer em seu plano de negócios é testar se há demanda para sua aplicação e as chances de sucesso. É também uma excelente forma de entrar em contato direto com potenciais usuários para seus sistemas e obter um feedback do projeto.

Há diversas formas de se testar antes de lançar o aplicativo realmente. Para isso basta colocar um aplicativo falso. Isso mesmo: um aplicativo falso. Vou explicar melhor!

Mas por favor, não coloque seu aplicativo falso nos mercados de aplicativos, pois você poderá ser expulso ou simplesmente queimado pela comunidade de desenvolvedores e usuários. Isso não vale o risco.

O que estou querendo dizer é criar um aplicativo falso e colocar num hot site oferecendo o seu aplicativo à venda, sem estar inserido em qualquer loja de aplicativos. Apenas para testar a quantidade de pessoas que acessam o hot site do aplicativo, quantos clicam em comprar, quantos informam seus e-mails para saber quando a aplicação estará realmente disponível. Entenda bem: analisar o tráfego gerado em seu site através do Google Analytics, fazer um teste aplicando um pouco de dinheiro em publicidade on-line como o Google AdSense e o Facebook, para se ter uma pesquisa mais realista do interesse gerado e o comportamento dos possíveis usuários em seu site de teste e, assim, complementar sua pesquisa de mercado.

Como fazer isso? Inicialmente há diversas ferramentas que permitem que você crie estes hot sites de forma gratuita e informam esses relatórios para você.

Para criar aplicações falsas também há diversas ferramentas que permitem você modelar de forma rápida e livre um protótipo de sua interface de usuário – o que é muito válido também para projetar sua aplicação -, antes mesmo de iniciar seu desenvolvimento.

Além do mais, estas ferramentas ainda criam os scripts de tela e você pode reutilizar no desenvolvimento de sua aplicação de verdade no futuro, economizando tempo de desenvolvimento quando realmente for desenvolver sua App. Vamos tratar dessas ferramentas daqui a pouco, na próxima seção.

Mesmo para fazer este teste é necessário que você tenha iniciado seu plano de negócios porque neste hot site deverá conter todas as suposições que você fez no plano de negócios, tais como:

  1. A descrição de o seu software estar de acordo com o público-alvo escolhido.
  2. As funcionalidades e as telas criadas de seu aplicativo explicadas de forma intuitiva e prática.
  3. A sua estratégia de monetização.
  4. A opção de download com o valor do aplicativo.

Quando a pessoa clicar no botão de download ou comprar da sua página de testes, encaminhar ele a um formulário onde ele possa se inscrever para ser informado quando o aplicativo for lançado.

Deixe também um campo só pra comentários, podem ser anônimos mesmo, como opção extra, para receber opiniões de usuários experientes. Como já disse, vou explicar como fazer tudo isso daqui a pouco.

Vale também divulgar para seus amigos, em redes sociais e fóruns de discussão onde possam existir pessoas que sejam seu público-alvo potencial. Vale inclusive investir em uma pequena campanha em redes sociais e sites de busca para alavancar esta analise de potencial.

Utilize o Google Analytics neste seu hot site para conhecer melhor as pessoas que o visitaram, onde clicou, quanto tempo ficaram. Essas informações são muito importantes e vão além dos e-mails de inscrição de informações e comentários. O importante são os que clicaram em downloads ou comprar, e sem saber se clicaram, basear-se apenas numa possivel inscrição de e-mail, não torna esta análise real.

Com estes dados em mãos e tudo o que foi apresentado até aqui, fica fácil mensurar o sucesso ou fracasso de sua aplicação no mercado e fazer uma previsão de faturamento dependendo da modalidade escolhida.

Então agora vamos ver como fazer isso:

Ferramentas de protoptização de aplicativos mobile

Esse não é um passo em vão. É excelente para projetar melhor sua aplicação e ainda testar o mercado antes do lançamento para ver se vale a pena lançar ou não. E não é perda de tempo, pois em muitas destas ferramentas são gerados os scripts de layouts da aplicação, não necessitando depois serem criados novamente, dedicando exclusivamente ao código propriamente em si.

Existem diversas ferramentas on-line para prototipagem de aplicativos mobile, aqui estão alguns deles para que você escolha o que melhor o fazer sentir confortável:

  • Fluid UI (https://fluidui.com): Permite criar mockup de aplicações Android e iOS facilmente.
  • Android GUI Prototyping (artfulbits.com/products/free): Se você é usuário do Microsoft Visio, vai gostar desta ferramenta. Mas é necessária a versão 2003 ou superior.
  • DroidDraw (droiddraw.org): Totalmente on-line é uma ferramenta de design, edição e construção de aplicações para smartphones e tablets utilizando o Android. Ainda na versão beta, mas gera os arquivos XML relativos ao seu mockup. Isso é de grande ajuda para o desenvolvimento posterior de sua aplicação, economizando tempo no desenvolvimento.
  • Pencil (https://pencil.evollus.vn): É uma ferramenta gratuita e de código aberto usado para prototipagem de interface de usuários. Inclui templates para Android. Disponível para Windows, Mac e Linux.
  • Fireworks Template do Android (https://unitid.nl/2009/11/fireworks-for-andoid/): Para usuários de Fireworks – geralmente designers – há diversos templates para criar mockups para Android.
  • Flinto (https://www.flinto.com/) Interessante ferramenta on-line de prototipação para Android e iOS
  • ProtoiO (https://proto.io/) Especializado na prototipação de apps iOS.
  • Prototypr (https://prototypr.com/) Especializado na prototipação de apps iOS.

Você pode criar interfaces diferentes e até “muito loucas” ou bem diferentes. Mas não é recomendado fugir muito do padrão de interface de usuários já estabelecidos pelo mundo mobile, pois pode quebrar um padrão mental dos usuários e causar frustrações, além do que, já existe este padrão e para poder fugir deste padrão é necessário uma excelente justificativa.

Ferramentas para criar seu site de teste de mercado

Uma vez criado a sua aplicação “falsa”, que preferimos chamar de mockup ou boneco da aplicação, é preciso testar se há mercado disponível. Para isso é necessário criar um web site com todas as telas de sua aplicação, descrições e um vídeo promocional.

Lembre-se: Você não pode colocar sua aplicação falsa em nenhum dos marketplaces!

Geralmente desenvolvedores de software não produzem sites com designers bonitos e agradáveis. Também não é deste curso o objetivo de ensinar a criar sites bonitos e agradáveis. Você não pode criar um site de qualquer jeito, mesmo sendo um site apenas de testes. O aconselhável, sempre, é contratar profissionais especializados em design ou agências de publicidade para a criação de sites. Alguns desenvolvedores podem até desenvolver sites bonitos e agradáveis, mas se este não é seu caso, não se arrisque.

Mas existem alguns serviços on-line que você pode utilizar para a criação de seu hot site da aplicação mockup, vamos apresentar alguns:

Weebly – É um gerador de sites excelente e com design e interfaces agradáveis, inclusive há templates para aplicações móveis: www.weebly.com, também disponível em português.

Themesforest – É um mercado de vários tipos de templates para sites dos mais variados: WordPress, HTML, Joomla, Drupal e vários outros. E existem diversos templates excelentes para aplicativos móveis: www.themesforest.com

Se possível, contrate a criação de vídeo promocional de sua aplicação mockup para a inserção no site.

Para a captura de e-mails indicamos o MailChimp (mailchimp.com). Que é excelente ferramenta de e-mail marketing com boa limitação de e-mails free. É importante tentar recolher e-mails de potenciais clientes em seu hot site do aplicativo, além de criar um canal, que pode ser anonimo, onde possam colocar opiniões e sugestões. A dica é inserir em seu site uma API do Facebook de Comentários: Assim, os comentários realizados no seu website são também publicados no perfil de quem realizou o comentário e isso pode estimular a atenção de potenciais usuários que são amigos de quem postou o comentário.

Considerações finais

Sua idéia pode ser muito criticada, ou até mesmo se mostrar que não há interesse pelo seu público alvo no aplicativo. Se você perceber que não terá futuro, não vale à pena continuar investindo na idéia, busque outras idéias utilizando as mesmas estratégias até aqui ilustradas.

Mas sua idéia pode ser fantástica e você querer investir mesmo assim. Se for o caso, invista e corra o risco. Muitas vezes o risco é fator fundamental para o sucesso. Se fracassar, saiba que ficará mais perto do sucesso em futuros projetos e empreendimentos. Assim como é importante saber desistir de forma inteligente. A escolha é sua. Sou sempre propenso ao risco, mas isso é uma questão minha.

Quero que você chegue o mais próximo do sucesso, por isso passei estes passos iniciais onde você poderá analisar antes de iniciar o desenvolvimento.

São regras que, se seguidas, ajudarão a alcançar o sucesso de forma mais fácil, minimizar os riscos e prever o futuro (ou o mais próximo dele).

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